A maioria das consultorias entrega um plano. A maioria dos escritórios entrega um contrato. No meio dos dois fica um vão onde boa parte das boas estratégias morre: o modelo do negócio nunca foi redesenhado para sustentá-las. É nesse vão que a Burg trabalha.
Pegamos a empresa como ela é, fazemos um diagnóstico e procuramos a oportunidade que estava escondida na própria estrutura. Aí desmontamos o negócio no nível da arquitetura societária, tributária e contratual, e remontamos de um jeito que torna a estratégia do dono possível, financiável e durável.
Antes de mexer em CNPJ, entendemos o negócio, as pessoas e o que está em jogo. O resto é consequência.
Todo negócio carrega, dentro do próprio modelo, uma oportunidade de crescer. Nosso trabalho é achar essa oportunidade e dar estrutura a ela.
— Princípio fundador
O patrimônio se sustenta no que se decide antes da pressa.
Raramente um cliente contrata uma só. As frentes abaixo entram combinadas, conforme o objetivo: crescer, captar, proteger ou passar o bastão.
Pegamos o negócio como ele é hoje e desenhamos como ele precisa ser para crescer. Revisamos o modelo societário, tributário e operacional, achamos a oportunidade escondida na estrutura e entregamos um desenho novo, pronto para a empresa subir de patamar.
Quando o negócio cresce além da cabeça do fundador, decidir vira método. Montamos conselho de administração, separamos quem é dono de quem administra, estruturamos diretorias e comitês, e escrevemos os regimentos e as políticas que fazem a empresa decidir sem depender de uma pessoa só.
Escolhemos o tipo societário certo para cada objetivo, da Ltda à S.A., com classes de ações desenhadas sob medida. Em um dos nossos casos, cada operador de loja recebe uma classe própria de ações preferenciais, com remuneração atrelada ao resultado da unidade que ele toca. A estrutura societária deixa de ser burocracia e vira instrumento de estratégia.
Preparamos a empresa para receber capital de terceiros sem o dono perder o que é dele. Criamos veículos de investimento separados, licenciamos marca e know-how, redigimos os contratos de investimento e mantemos as joias da coroa (marca e royalties) dentro da empresa da família, enquanto o investidor ganha no veículo certo.
Reorganizamos empresas e pessoas para a família pagar o imposto devido, e nada além dele. Um arranjo bem desenhado, como uma operação no lucro real e uma administradora de bens no lucro presumido, gera economia legítima e recorrente, ano após ano.
Separamos o patrimônio de quem construiu da operação que corre risco. Constituímos administradoras de bens, organizamos a herança em vida e preparamos a passagem do bastão entre gerações, para que a transição não custe o negócio.
Cada estrutura é desenhada por camadas: societária, tributária, contratual.
Dois exemplos de como o redesenho muda a trajetória de um negócio. Clientes reais, identidades preservadas.
Um casal dono de uma rede de varejo nos procurou para preparar a empresa para a expansão. Fizemos duas coisas.
Primeiro, profissionalizamos a decisão. Criamos um conselho de administração com os dois sócios e três conselheiros de mercado, separando quem decide de quem é dono.
Depois, montamos uma administradora de bens. Ela compra, com financiamento de longo prazo, os imóveis onde as novas lojas vão operar, e aluga esses imóveis de volta para a rede. O aluguel que a operação pagaria a um terceiro passa a amortizar o patrimônio da própria família. A roda do crescimento patrimonial não para de girar.
Como a operação fica no lucro real e a administradora no lucro presumido, ainda sobra economia tributária no caminho.
Alteração do contrato social, regimento interno do conselho de administração, política de aquisição de bens e serviços, política de transação entre partes relacionadas, constituição da administradora de bens e contrato de locação.
Uma rede de farmácias de manipulação, com cerca de 20 anos e 20 lojas, decidiu acelerar: mais 70 unidades em cinco a seis anos. A dona já tinha investidores interessados, mas não queria sócios dentro da franqueadora.
Criamos uma segunda empresa, separada. A franqueadora licencia marca e know-how para ela; os investidores entram nessa nova empresa por contrato de investimento, e é ali que circula o funding da expansão. As joias da coroa, marca e royalties, continuam com a família.
Então veio o segundo movimento. Abrir uma loja nova com CNPJ próprio custava cerca de R$ 500 mil. Aberta como filial, o custo caía para R$ 250 mil. Desenhamos um modelo de sócio-operador: convertemos a empresa em S.A., criamos ações preferenciais sem voto e demos a cada operador uma classe própria de ações, com remuneração atrelada ao resultado da loja que ele opera. O contrato de franquia virou manual de operações, em linguagem societária.
A conta muda de tamanho. Para abrir 70 lojas no modelo antigo, seriam cerca de R$ 35 milhões (R$ 500 mil por loja). No modelo de filiais, cerca de R$ 17,5 milhões. Metade do CAPEX por loja, payback mais curto, ROI e TIR mais altos. E um ticket de R$ 250 mil que dobra o número de candidatos e deixa o mesmo investidor abrir duas lojas.
Contrato social da nova empresa, contrato de investimento, contrato de licença de uso de marca e know-how, revisão do contrato de franquia empresarial, circular de oferta de franquia e pré-contrato de franquia.
Lemos o negócio por dentro: o modelo atual, os números, a relação entre sócios e herdeiros, onde está travado e onde está a oportunidade.
Desenhamos a arquitetura societária, tributária e contratual. Cada decisão é medida pelo que custa e pelo que abre no horizonte de uma geração.
Implantamos, registramos e acompanhamos. O trabalho termina quando a estrutura roda sozinha e a empresa cresce sem depender de nós.
Acompanhamos a passagem de uma geração à seguinte sem ruído.
A Burg juntou duas práticas sob o mesmo teto: a consultoria de modelagem de negócios e o escritório que cuidava do planejamento patrimonial e sucessório de famílias empresárias. Pegamos a estratégia que o empresário quer e construímos a estrutura jurídica e societária que a torna possível, e duradoura.
Trabalhamos com empresas de capital fechado, famílias empresárias e empreendedores que querem subir de patamar. Para esse cliente, sigilo é pré-requisito do trabalho.
Todo desafio empresarial é uma oportunidade de crescimento quando tratado com tempo e estrutura.
Transformar a estratégia do empresário em estrutura, e a estrutura em continuidade.
Relações íntegras e diretas. Discrição como método, não como pose.
Reflexões curtas sobre modelagem de negócios, governança, captação e sucessão.
A maioria das empresas trava na estrutura, antes mesmo da estratégia.
Ler nota ↗Marca e royalties podem ficar com a família enquanto o capital entra no veículo certo.
Ler nota ↗Como transformar um contrato de franquia em estrutura societária com remuneração atrelada à performance.
Ler nota ↗Onde mora a economia legítima e recorrente.
Ler nota ↗
Reservada, discreta, sem compromisso.
A primeira conversa é gratuita, confidencial e sem compromisso. Serve para olhar o seu modelo e ver se há uma oportunidade de estrutura a destravar.
Sob agendamento
Seg–Sex